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  • Lobbying Para o Setor de Saúde em África – Tudo o que Precisa de Saber

    18/03/2020

    Devido à extensão dos esquemas de seguro de saúde, ao aumento da confiança em produtos genéricos, à melhoria do clima de negócios e a investimentos melhorados no setor de saúde, a década anterior viu um crescimento estimado de 10% no mercado farmacêutico em África.

    Essa não é a única razão pela qual o setor de saúde da África deve ser um íman para os investidores globais. Como existem inúmeros intermediários entre a farmácia (onde os medicamentos são vendidos) e as instalações de produção (onde são fabricados) na África, as margens de lucro no setor chegam tão alto quanto 50% em alguns países.

    Além disso, a quota do mercado produzido localmente na África é de uns míseros cinco por cento, o que significa que 95% dos medicamentos consumidos na África são importados. Isso deixa um espaço enorme para os potenciais investidores criarem instalações de produção no continente e obterem vários benefícios.

    Veja como os lobistas podem abrir as portas do setor de saúde da África para potenciais investidores:

    #1: Ajudar Farmacêuticos a Desenvolver Instalações de Produção Locais em Africa

    No início do século XXI, um estudo do Banco Mundial concluiu que o Zimbábue, Nigéria, Quénia e África do Sul tinham a capacidade industrial que os investidores poderiam explorar para produzir medicamentos tanto para o público local quanto para o público global.

    Os lobistas, por meio dos seus contactos no local, podem ajudar os investidores a criarem essas instalações. Eles também poderiam ajudar os investidores a cumprir os requisitos de papelada, a celebrar contratos de compra de propriedades e a contratar mão-de-obra que trabalharia nessas indústrias.

    Além de ajudar na fase de produção, os lobistas também podem ajudar no envio dos seus produtos para os mercados mundiais. Empresas como a Lobbying Africa têm o conhecimento jurídico necessário que pode ajudar o seu produto a obter aprovações dos aeroportos e a tornar-se parte do mercado farmacêutico global.

    #2: Ajudar Farmacêuticos a Criar Parceria com Parceiros de Negócios Locais

    Em contraste com o que alguns estrangeiros acreditam, a União Africana não possui um mercado unificado como a União Europeia. Cinquenta e quatro mercados distintos estão a operar em África, cada um com diferentes tamanhos de mercado, estrutura legal, cenário económico e complexidades políticas.

    Daí a razão pela qual os investidores globais precisam estabelecer parcerias com investidores locais para navegar pelos diversos mercados deste continente. A inexistência de qualquer órgão regulador que cubra todo o setor farmacêutico da África exige ainda mais investimentos em parcerias locais.

    É por isso que os investidores fariam bem em contratar os serviços de uma empresa de lobbying. Desde que tenham contactos no local, essas empresas podem apresentar os seus clientes a potenciais parceiros na África. Estas parcerias, por sua vez, ajudariam os investidores a produzir e vender so seus produtos farmacêuticos no mercado africano.

    #3: Ajudar Farmacêuticos a Construir Relações Com Governos

    Um investidor disposto a criar instalações ou vender os seus medicamentos na África precisa de estar em bons termos com o governo. Se os investidores desejam trabalhar com líderes de opinião médica, à procura de garantir financiamento para o seu empreendimento ou lançar campanhas de conscientização pública, todos os caminhos levarão ao ministério da saúde.

    Veja o exemplo da Johnson & Johnson para entender este ponto. Desenvolveu uma relação de trabalho com o governo sul-africano para lançar uma campanha de conscientização que usa mensagens de telemóvel para educar os pais sobre a saúde materna, infantil e neonatal.

    Os lobistas também ajudam nisto. Eles têm contactos com os que estão nos corredores do poder que poderiam usar para proteger os interesses dos seus clientes. Como resultado, os investidores podem ficar tranquilos com o conhecimento de que qualquer política governamental futura não prejudicará os seus interesses comerciais.

    #4: Ajudar a identificar mercados com o melhor potencial para crescimento

    Sabia que apenas dez países contribuíram mais do que dois terços do crescimento cumulativo e do PIB da África na última década? Está ciente do facto de que 37% dos consumidores africanos de medicamentos residem em apenas 30 cidades em todo o continente?

    Ambas estas estatísticas deixam claro que uma abordagem dispersa em relação ao marketing provavelmente falharia na África. O que os investidores precisam é de dados, e os lobistas têm muitos que esses investidores poderiam usar para personalizar as suas campanhas de marketing de acordo com seu público-alvo.

     

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